Palavra de Hoje: Incentivo à Fidelidade


Texto: II Timóteo 1.3-14

"Porque Deus não nos deu o espírito de covardia, mas de poder, de amor e de moderação". (v.7)

Neste bloco de versículos, três vezes lemos sobre não ter vergonha . Timóteo não devia ter vergonha do testemunho de Jesus, nem de Paulo (v.8). Paulo não se envergonha de sofrer e estar preso (v.12). Fora do texto diário, mas completando o pensamento, Onesíforo não teve vergonha de procurar por Paulo e por estar este algemado (v.16).
Mas a idéia central não é vergonha. É fidelidade. Em texto de rara beleza, o apóstolo diz que Deus tem sido bondoso para conosco. Sua graça se manifestou na pessoa de Jesus. Este destruiu a morte, quebrou seu poder, e nos deu a vida e a imortalidade (v. 9-10). O cristão sabe que Deus é amoroso, poderoso e providencia o bem para ele. Podemos confiar neste Deus tão poderoso (v.12).
Como é bom confiar em Deus! Ele tem o melhor pra nós. Por isso, não temos vergonha de nossa fé, nem tememos. A vergonha do evangelho acontece onde há fraqueza, mas "Deus não nos deu o espírito de covardia, mas de poder, de amor e de moderação" (v.7). São três atributos importantes que um cristão deve cultivar: poder, amor e moderação (equilíbrio). Onde há poder, não há vergonha. Mas o poder, para não se tornar arrogante, deve ser exercido com amor e moderação. Uma vida assim honra a Deus.
Impressiona-nos a situação de Paulo. Está preso e algemado, mas cheio de ânimo. O vigor cristão não é entusiasmo humano. É obra do Espírito de Deus em nossa vida. Somos exortados à fidelidade a um Senhor que nos ama, que nos salvou e que nos assiste nos momentos difíceis de nossa vida. Como fez com Paulo, fará conosco.

Fonte: Manancial

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